sexta-feira, 26 de junho de 2009

Teoria do Caos I

Não será exagero afirmar vezes sem conta o facto de a economia ser uma ciencia maravilhosa que nos dá tamanhas liçoes para a vida, muito além do que podemos pensar, não fosse na sua essência um ramo da filosofia, e hoje em dia denominada de ciência social. Ora, eu como pessoa com os seus desvarios que roçam a insanidade, dei por mim a elaborar um esquema que quem sabe simplifique a maioria dos problemas de todos nós.
A teoria economica é conhecida pela sua face multi-facetada, ou seja, pede emprestado a outras ciências determinados termos, teorias, ideias e a partir disso, mediante um processo metafórico, elabora teorias económicas originais com ideias que não o são. Um exemplo disso é um novo ramo da economia chamado econofisica que utiliza ideias e teorias da fisica quântica. A mais conhecida, que irá servir para alimentar a minha insanidade durante uns minutos é a teoria do caos. De modo muito simplificado, utiliza uma miscelânea de teorias fisicas, como o átomo de Planck ou a teoria da relatividade de Einstein, para explicar fenómenos económicos como o comportamento dos mercados financeiros ou a construção e duraçao de ciclos economicos. Deste modo, num sentido matemático-económico, a teoria do caos parte do principio que qualquer modelo dinâmico, com um conjunto de multiplas regressões (logo, estruturadas por ramos), têm a sua evoluçao determinada pelas condições iniciais da série, ou seja, guia-se/passea-se de acordo com as condições iniciais, deste modo, uma modificaçao nas permissas iniciais leva a um estado caótico do modelo aquando da sua maturidade. O exemplo real desta teoria é transmitido pela ideia do efeito borboleta, ou seja, quando os EUA espirram, o Japao fica constipado, logo, como as condições observdas no Japao têm a sua origem nos EUA, uma mudança das mesmas leva ao pânico e a resultados exponencialmente mais dolorosos.

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